Garantia Logitech funciona mesmo!


Quem leu meu extenso relato sobre minha relação com trackballs deve ter pensado que eu nunca tive qualquer problema técnico com eles. Infelizmente, isso não é verdade. Meu último trackball, um Trackman Optical, começou a perder a pele, ou seja, a descascar.

Quando eu digo pele, eu quero dizer, aquela membrana plástica, macia, que recobre o corpo do trackball. No meu caso, essa membrana estava formando bolhas, que iam rasgando e por conseqüencia, descascando e caindo, deixando o pobre trackball pelado.

A aparência do pobrezinho ficou terrível. Confiram nas duas fotos abaixo, que foram tiradas usando um celular motorola V3re, por isso a baixa resolução.

Trackball Logitech Descascando
Trackball Logitech Descascando
Trackball Logitech Descascando
Trackball Logitech Descascando

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Trackball: Um pouco de nossa história – Parte 3


Um belo dia, passeando pelo InfoCentro, um dos diversos camelódromos de informática que temos aqui no Rio de Janeiro, um pequeno stand exibia um trackball da Logitech. É raro aquele lugar comercializar um hardware diferente, pois em geral, a maioria dos stands comercializa os mesmos produtos. Mas a surpresa é que era um modelo sem fio. E estava barato…

Logitech Trackman Wheel Trackball
Logitech Trackman Wheel Trackball

Como vocês podem observar na imagem a esquerda, estamos falando de um modelo cuja esfera fica no lado esquerdo. Ele tem dois botões e um wheel, além de ser wireless. Ele é confortável, pois tem uma boa pegada, a mão se adapta perfeitamente ao formato do corpo do trackball. Mas a esfera deve ser utilizada com o polegar e o dedo indicador. Como eu já citei na Parte 2 de meu relato, eu não possuo parte do dedo indicador da mão direita, por isso, o uso desse trackball foi frustrante.

Eu não vou negar que essa foi uma da raríssimas vezes em que eu me sentí incomodado por meu problema.  Mas foi chato, principalmente porque eu paguei cerca de 215 reais pelo trackball sem fio e não conseguia usá-lo no dia a dia.

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Trackball: Um pouco de nossa história – Parte 2


Após alguns anos de muita felicidade, eu encontro nas lojas Americanas, um novo trackball. Era um Logitech Trackball Marble Mouse. Com um design mais fino que o meu First Trackball, ele contava com os dois botões normais (esquerda e direita) e mais dois botões pequenos, que utilizando-se o software que o acompanhava, permitia que configurássemos certas funções, como Page Down, Avançar e qualquer outra tecla que fosse necessária.

Logitech Trackball Marble Mouse
Logitech Trackball Marble Mouse

Na realidade, esse Marble Mouse era a terceira revisão deste mesmo trackball. O primeiro modelo era branco, todo branco, com a esfera vermelha. Não deve ter feito muito sucesso, pois uma vez que era todo branco, devia ser muito fácil sujá-lo. Depois, foi lançado um novo modelo, grafite, como na foto ao lado, mas com apenas dois botões.

Em seguinda, uma nova revisão, que seria a definitiva, onde foram incluídos mais dois botões. Reparem que na foto ao lado, na parte de cima do botão, há um botãozinho, como se fosse parte da botão maior. Esses botões (tem outro no lado direito) são programáveis.

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Trackball: Um pouco de nossa história – Parte 1


Por volta de 1994 eu ganhei meu primeiro computador, um incrível 486 DX2, processador da Cyrix de inacreditáveis 66MHz ! E ainda vinha equipado com o assombrosos 8 megas de RAM. A placa de vídeo, uma Trident 9400 Vesa Local Bus (VLB). E de brinde, um jogo de capas e um mouse.

Era a época do Doom, pós Wolfenstein 3D e Windows 3.1 e da Sound Blaster 16, com barramento ISA. E é claro, da era de ouro floppy disk. Reparem que eu pulei aqueles discos de 5.25, que teimavam em estragar facilmente, pois eram facilmente amassados.

Agora que vocês já conhecem um pouco desse distante passado, posso começar a narrar sobre minha história com trackballs e como eu, passados todos esses anos, não troco por mouse algum, meu trackball.

Uma das características dos mouses daquela época, era o uso de uma esfera em na parte de baixo. Ao empurrar o mouse, a esfera girava e sensores “liam” os pequenos rolamentos, enviando as informações via porta serial (sim, COM1). Algo simples, que quando funcionava, permitia utilizar todo o poder dos 16 bits do Windows 3.1.

Antigo Mouse de Rolamento da Logitech
Antigo Mouse de Rolamento da Logitech

Observem a foto: O rolamento a que eu me refiro é o “Spring”.  E existem mais dois deles, o X e Y axis, que são os responsáveis pelo movimento vertical e horizontal.

O problema é que esse rolamento pegava sujeira muito facilmente. Qualquer poeira grudava e começava a emperra-lo, fazendo o ponteiro do mouse dar saltos na tela. A limpeza dessas pecinhas era problemática, pois como vocês já devem ter imaginado, esses mouses que eram dados de brinde eram extremamente vagabundos. Por isso, quando a limpeza era realizada, tínhamos que praticamente raspar aquela superfície, pois a poeira ia endurecendo. Não havia álcool, normal ou isopropílico, que desse resultado.

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Cuidado ao comprar um pendrive Kingston


Há muitos anos atrás, a única forma barata de trocar dados com outras pessoas era utilizando floppy disks, ou seja, nossos conhecidos disquetes. Nessa época os drives de 3.5″ estavam se popularizando, pois ofereciam um pouco mais de capacidade e segurança. O mais interessante é que conforma a tecnologia evoluiu, eles passaram a ser comercializados em 2 tamanhos: 720K e 1.44Mb, obviamente com uma boa diferença de preço. Mas havia um detalhe que chamava a atenção: exceto por um pequeno furo no canto superior esquerdo, não havia diferença visível entre os discos de 720k e de 1.44mb !

Eu creio que todos já ouviram falar no ditado “de graça até injeção na testa”. Então, alguém teve a idéia de pegar um disco de 720K, furá-lo e formatá-lo em 1.44mb. E deu certo. Com isso surgiu no mercado um pequeno furador, tipo furador de papel, mas específico para furar disquetes. Inclusive esse furador era vendido no Brasil, por volta de 30 reais. Eu quase comprei um…

A questão é que na maioria das vezes essa técnica dava certo, apesar do auto risco de perda das informações armazenadas. Afinal, muito provavelmente os discos de 720K eram apenas discos de 1.44 que não passaram nos testes de capacidade. E com isso, ouso dizer, era criado o mercado de falsificação de  disquetes.

E porque estou contando tudo isso, se o floppy disk é praticamente um mídia morta ? Porque atualmente está sendo vendido no mercado mundial, falsificações de pendrives Kingston ( e de outras marcas também) que são virtualmente idênticas ao original, exceto pelos detalhes estéticos e pela capacidade real de armazenamento. A quase totalidade dos pendrives falsos possuem capacidades reais mínimas comparadas a capacidade escrita na embalagem ou no corpo do pendrive.

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